segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Última série da Kombi:
A última versão da Kombi conta com detalhes nostálgicos, como pintura de cores diferentes na parte mais alta e na mais baixa do modelo, grade dianteira superior e molduras de setas e faróis pintados na cor do veículo e pneus com faixa branca.
A Volkswagen anunciou nesta quarta-feira que produzirá uma série limitada da última edição da Kombi, que sai de linha no final deste ano. Com ar de peça de colecionador, o modelo, batizado de "Last Edition" terá 600 unidades fabricadas e custará R$ 85 mil.
A última versão da Kombi conta com detalhes nostálgicos, como pintura de cores diferentes na parte mais alta e na mais baixa do modelo, grade dianteira superior e molduras de setas e faróis pintados na cor do veículo e pneus com faixa branca.
No interior, a última versão da Kombi terá bancos em vinil, com faixas em azul e branco, e uma plaqueta no painel identificando o número de série do modelo.
História
A Kombi foi idealizada pelo holandês Ben Pon na década de 1940, que projetou a combinação do Volkswagen Sedan em um veículo de carga leve. Lançada na Alemanha em 1950, o modelo era equipado com motor 4 cilindros 1.2 l com refrigeração a ar e 25 cavalos de potência.
Ao lado do Fusca, a Kombi marcou o início das atividades da Volkswagen no País, há 60 anos. Sua montagem começou no ano de 1953, em um galpão no bairro do Ipiranga, em São Paulo.
A partir de 2 de setembro de 1957 o modelo passou a ser efetivamente produzido no Brasil, na fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo. A Kombi foi o primeiro veículo fabricado pela Volkswagen do Brasil, antes mesmo do Fusca – e o primeiro feito pela empresa fora da Alemanha.
O nome Kombi é uma abreviação, adotada no Brasil, para o termo em alemão Kombinationsfahrzeug, que em português significa “veículo combinado” ou “combinação do espaço para carga e passeio”. Na Alemanha o modelo recebeu o nome VW Bus T1 (Transporter Número 1).
A versão brasileira trouxe em seu lançamento o mesmo motor de quatro cilindros de 1.2 l refrigerado a ar, mas com potência de 30 cavalos.
Além das versões com janelas traseiras de vidro ou furgão, a Kombi também foi fabricada como pick-up, com cabine simples ou cabine dupla.
Menos de quatro anos após seu lançamento no Brasil foi introduzido no mercado nacional o modelo de seis portas, nas versões luxo e standard, com transmissão sincronizada e índice de nacionalização de 95%. A versão picape surgiu em 1967, já com motor de 1.500 cm³ (potência bruta de 52 cavalos) e sistema elétrico de 12 volts.
A trajetória internacional da Kombi brasileira se iniciou com as exportações da Volkswagen do Brasil nos anos 1970 para mais de 100 países. Os principais mercados externos da Kombi foram Argélia, Argentina, Chile, Peru, México, Nigéria, Venezuela e Uruguai.
Em 1975, a Kombi passou por uma reestilização e também teve a cilindrada do motor ampliada para 1.600 cm³. A potência bruta era de 58 cavalos. Três anos mais tarde, esse motor 1.6 l ganhou dupla carburação, o que aumentou sua potência bruta para 65 cavalos.
A opção com motor 1.6 l a diesel surgiu em 1981. Com quatro cilindros em linha e refrigerado a água, esse motor desenvolvia potência de 60 cavalos e era oferecido para as carrocerias furgão e picape – a opção cabine dupla também foi introduzida naquele mesmo ano.
Em 1982 foi introduzida a versão movida a etanol do motor 1.6 l com potência de 56 cavalos.
No ano seguinte, a Kombi ganhou painel e volante novos, além da alavanca do freio de mão, que sai do assoalho e passa para debaixo do painel. As versões a diesel e cabine dupla incorporaram novidades e itens de conforto como cintos de segurança de três pontos, bancos dianteiros com encosto de cabeça e temporizador para o limpador do para-brisa, entre outros.
Em 1997 chegou a Kombi Carat, que apresentava soluções como teto mais alto (recurso que passou a ser adotado em toda a linha), porta lateral corrediça e a ausência da parede divisória atrás do banco dianteiro.
No fim de 2005, a Kombi se tornou flexível, recebendo o motor 4 cilindros 1.4 flex.
Um dos pontos fortes em sua comercialização sempre foi a fácil adaptação para os mais diversos tipos de uso: a Kombi foi usada como ambulância, viatura policial, veículo do Corpo de Bombeiros, veículo de lazer, escritório volante, biblioteca circulante, carro funerário, lanchonete e até carro de reportagem de televisão e rádio, entre outras versões.
Desde setembro de 1957 até julho de 2013 foram produzidas 1.551.140 unidades do modelo na fábrica de São Bernardo do Campo. Após 56 anos ininterruptos de produção no Brasil, a Kombi tem a história de maior longevidade na indústria automobilística mundial.
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
sábado, 10 de agosto de 2013
domingo, 21 de julho de 2013
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Governo estende faixa etária para vacinação contra hepatite B
O Ministério da Saúde ampliou a faixa etária de vacinação contra a hepatite B. A partir de agora, homens e mulheres com até 49 anos poderão receber a vacina gratuitamente em qualquer posto de saúde. A medida beneficia um público-alvo de 150 milhões de pessoas - 75,6% da população total do Brasil.
A proteção é garantida quando a pessoa recebe três doses da vacina. A segunda dose deve ser aplicada 30 dias após a primeira e, a terceira, seis meses após a primeira.“Todas as crianças recém-nascidas são vacinamos, mas estamos expandindo a faixa etária a outros grupos visando à eliminação da doença no futuro. Ela é segura, feita com engenharia genética e não tem contraindicação”, ressaltou o secretário de vigilância em saúde, Jarbas Barbosa.
A proteção é garantida quando a pessoa recebe três doses da vacina. A segunda dose deve ser aplicada 30 dias após a primeira e, a terceira, seis meses após a primeira.“Todas as crianças recém-nascidas são vacinamos, mas estamos expandindo a faixa etária a outros grupos visando à eliminação da doença no futuro. Ela é segura, feita com engenharia genética e não tem contraindicação”, ressaltou o secretário de vigilância em saúde, Jarbas Barbosa.
A vacina também é oferecida aos grupos mais expostos à doença, independentemente da faixa etária, como gestantes, manicures, pedicures, podólogos, caminhoneiros, bombeiros, policiais civis, militares, rodoviários, doadores de sangue, profissionais do sexo e coletores de lixo domiciliar e hospitalar. Em 2012, mais de 15,7 milhões de pessoas foram protegidas contra a hepatite B, e a idade limite para vacinação gratuita era até 29 anos.
FONTE: Tribuna do Norte.com.br
sábado, 13 de julho de 2013
quinta-feira, 4 de julho de 2013
SUS libera vacina contra HPV para adolescentes
02/07/2013 17h36 - 163 mil pré-adolescentes devem ser vacinadas contra HPV no Ceará SUS vai imunizar meninas de 10 e 11 anos a partir de 2014. Vírus do HPV é responsável por casos de câncer de colo do útero. Do G1 CE A partir de 2014, meninas de 10 e 11 anos serão protegidas contra quatro variáveis do
(HPV), responsáveis por 70% dos casos de câncer de colo do útero. A vacina será distribuídas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde. De acordo com o Ministério da Saúde, no Ceará, a meta é imunizar 80% do público-alvo formado por 163.058 pré-adolescentes. O HPV é capaz de infectar a pele ou as mucosas e possui mais de 100 tipos. Do total, pelo menos 13 têm potencial para causar câncer. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 291 milhões de mulheres no mundo são portadoras do HPV, sendo que 32% estão infectadas pelos tipos 16, 18 ou ambos. No Brasil, a cada ano, 685.400 pessoas são infectadas por algum tipo do vírus. saiba mais Campanha de vacinação contra pólio em Fortaleza é prorrogada até julho Em todo país, a meta é vacinar 80% do público-alvo, estimado em 3,3 milhões. Serão investidos R$ 360,7 milhões na aquisição de 12 milhões de doses. A vacina que estará disponível na rede pública é a
, usada na prevenção contra quatro tipos de HPV (6, 11, 16 e 18). Dois deles (16 e 18) respondem por 70% dos casos de câncer. Segundo o Ministério da Saúde, a cada ano, 270 mil mulheres no mundo morrem por causa do câncer de útero. No Brasil, 5.160 mulheres morreram em 2011 em decorrência da doença, dessas 252 eram do Ceará. Para 2013, o Instituto Nacional do Câncer estima o surgimento de 17.540 novos casos no país. A vacina para prevenção da doença tem eficácia comprovada para pessoas que ainda não iniciaram a vida sexual e, por isso, não tiveram nenhum contato com o vírus. A escolha do público-alvo levou em
evidências científicas, estudos sobre o comportamento sexual e a avaliação de especialistas que atuam no Comitê Técnico Assessor de Imunizações (
) vinculado ao Ministério da Saúde. As mulheres de 25 a 64 anos devem o exame preventivo, o Papanicolau, a cada três anos. Vacinação De acordo com o Ministério da Saúde, a imunização contra o HPV será feita em três doses, aplicadas com autorização dos pais ou responsáveis das pré-adolescentes. Após a aplicação da primeira dose, a segunda deverá ocorrer em dois meses e a terceira, em seis meses a contar da primeira dose. A imunização ocorrerá tanto nas unidades de saúde quanto nas escolas. Após o primeiro ano de imunização, a oferta deverá passar de 12 milhões de doses para 6 milhões de doses por ano, pois parte do público-alvo já estará imunizado. Matéria G1 ////
Ministério da Saúde incorpora vacina contra HPV ao SUS 2 de julho de 2013 | postado por Letícia Leite/Site
.ne10.uol.com.
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"Vamos preparar muito bem as pré-adolescentes e suas famílias, além de reforçar estratégia que envolve escolas e professores", diz Alexandre
(Foto: Rondon
-
/MS) Pela primeira vez, a população brasileira terá acesso gratuito a um imunizante que protege contra câncer, graças à
ao Sistema Único de Saúde (SUS) da vacina contra o
(HPV), usada para prevenir câncer de colo do útero. Já em 2014, meninas de 10 e 11 anos receberão as três doses necessárias para a imunização. A meta é vacinar 80% desse público-alvo, que atualmente soma 3,3 milhões de pessoas. O vírus HPV, diga-se de passagem, é responsável por 95% dos casos de câncer de colo do útero, o segundo que mais atinge mulheres, atrás apenas do mamário.
“Vamos preparar muito bem esse público e suas famílias, além de reforçar uma estratégia que envolve escolas e professores. O intuito é provocar uma grande sensibilização”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre . Ele destacou ainda que a vacinação reduz a circulação do vírus no Brasil. A vacina para prevenção da doença tem eficácia comprovada para quem ainda não iniciou a vida sexual e, por isso, não teve contato com o vírus. A escolha do público-alvo levou em evidências científicas, estudos sobre o comportamento sexual e a avaliação de especialistas que atuam no Comitê Técnico Assessor de Imunizações ( ), vinculado ao Ministério da Saúde. A vacina que estará disponível na rede pública é a , usada na prevenção contra quatro tipos de HPV (6, 11, 16 e 18). Dois deles (16 e 18) respondem por 70% dos casos de câncer. No escopo do acordo entre Ministério da Saúde e os fabricantes da vacina ( e Merck & ), que atuarão em parceria tecnológica, está prevista a possibilidade de uso da versão , que agregará outros cinco sorotipos à vacina. ESTRATÉGIA - As três doses serão aplicadas, com autorização dos pais ou responsáveis das pré-adolescentes, de acordo com o seguinte esquema: após a aplicação da primeira dose, a segunda deverá ocorrer em dois meses e a terceira, em seis meses. Para chegar com mais agilidade ao público-alvo e ampliar a adesão à proteção contra o HPV, a estratégia inclui imunização nas unidades de saúde e nas escolas. Após o primeiro ano de imunização, a oferta deverá passar de 12 milhões de doses para 6 milhões de doses por ano, pois parte do público-alvo já estará imunizado. A da vacina as demais ações preventivas do câncer de colo do útero, como a realização de exames e o uso de em todas as relações sexuais. “É uma vacina que protege, mas não elimina as medidas de saúde que já estão sendo tomadas pelas mulheres para proteção contra o vírus”, reforçou o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa. O HPV é capaz de infectar a pele ou as mucosas e possui mais de 100 tipos. Do total, pelo menos 13 têm potencial para causar câncer. Estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que 291 milhões de mulheres no mundo são portadoras do HPV, sendo que 32% estão infectadas pelos tipos 16, 18 ou ambos. No Brasil, a cada ano, mais de 685 mil pessoas são infectadas por algum tipo do vírus. Em relação ao câncer de colo do útero, a cada ano, 270 mil mulheres no mundo morrem por conta da doença. No Brasil, 5.160 mulheres morreram em 2011 em decorrência da enfermidade. Para 2013, o Instituto Nacional do Câncer estima o surgimento de 17.540 novos casos. O Ministério da Saúde orienta que as mulheres dos 25 aos 64 anos façam o exame preventivo anualmente.
“Vamos preparar muito bem esse público e suas famílias, além de reforçar uma estratégia que envolve escolas e professores. O intuito é provocar uma grande sensibilização”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre . Ele destacou ainda que a vacinação reduz a circulação do vírus no Brasil. A vacina para prevenção da doença tem eficácia comprovada para quem ainda não iniciou a vida sexual e, por isso, não teve contato com o vírus. A escolha do público-alvo levou em evidências científicas, estudos sobre o comportamento sexual e a avaliação de especialistas que atuam no Comitê Técnico Assessor de Imunizações ( ), vinculado ao Ministério da Saúde. A vacina que estará disponível na rede pública é a , usada na prevenção contra quatro tipos de HPV (6, 11, 16 e 18). Dois deles (16 e 18) respondem por 70% dos casos de câncer. No escopo do acordo entre Ministério da Saúde e os fabricantes da vacina ( e Merck & ), que atuarão em parceria tecnológica, está prevista a possibilidade de uso da versão , que agregará outros cinco sorotipos à vacina. ESTRATÉGIA - As três doses serão aplicadas, com autorização dos pais ou responsáveis das pré-adolescentes, de acordo com o seguinte esquema: após a aplicação da primeira dose, a segunda deverá ocorrer em dois meses e a terceira, em seis meses. Para chegar com mais agilidade ao público-alvo e ampliar a adesão à proteção contra o HPV, a estratégia inclui imunização nas unidades de saúde e nas escolas. Após o primeiro ano de imunização, a oferta deverá passar de 12 milhões de doses para 6 milhões de doses por ano, pois parte do público-alvo já estará imunizado. A da vacina as demais ações preventivas do câncer de colo do útero, como a realização de exames e o uso de em todas as relações sexuais. “É uma vacina que protege, mas não elimina as medidas de saúde que já estão sendo tomadas pelas mulheres para proteção contra o vírus”, reforçou o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa. O HPV é capaz de infectar a pele ou as mucosas e possui mais de 100 tipos. Do total, pelo menos 13 têm potencial para causar câncer. Estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que 291 milhões de mulheres no mundo são portadoras do HPV, sendo que 32% estão infectadas pelos tipos 16, 18 ou ambos. No Brasil, a cada ano, mais de 685 mil pessoas são infectadas por algum tipo do vírus. Em relação ao câncer de colo do útero, a cada ano, 270 mil mulheres no mundo morrem por conta da doença. No Brasil, 5.160 mulheres morreram em 2011 em decorrência da enfermidade. Para 2013, o Instituto Nacional do Câncer estima o surgimento de 17.540 novos casos. O Ministério da Saúde orienta que as mulheres dos 25 aos 64 anos façam o exame preventivo anualmente.
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