terça-feira, 15 de outubro de 2013

Foi inventado uma Seringa a Laser

Uma seringa a laser , sem agulha, está sendo desenvolvida em Coimbra e deverá chegar ao mercado dentro de um ano , anunciou nesta segunda-feira , Carlos Serpa, um dos pesquisadores envolvidos. O sistema Laserleap ( seringa a laser ) é nada parecido com o tradicional seringa com agulha, mas como estes permite que a droga chegar ao destino pretendido, mas sem ferrão e usando laser. O protótipo da " seringa " foi apresentado na segunda-feira na Universidade de Coimbra ( UC) , onde o projeto nasceu em 2008 por um grupo de três investigadores do Departamento de Química, composta por Carlos Serpa , Luís Arnaut e Gonçalo Sá. Através do laser cria uma onda de pressão , uma vez atingida a pele, cria uma "espécie de sismo " , deixando -a " durante alguns segundos permeável " , o que facilita a aplicação do fármaco , administrada em creme ou gel disse Carlos Serpa . A droga " tem efeito mais rapidamente, especialmente no caso dos analgésicos tópicos ", acrescentou . >>>>>>>

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Criatura estranha é encontrada na Venezuela

Moradores apelidaram o animal de O Chupacabra de Los Castores.
Desde o início do mês circula pela internet a foto de um suposto chupacabras, capturado na cidade de San Antonio de Los Altos, na Venezuela. Segundo Ramon Morales, que descobriu a criatura, no dia 8 de setembro ele escutou um barulho no jardim de sua casa, no bairro Los Castores. Ele se dirigiu ao local e tomou um susto ao ver um animal completamente desconhecido ser devorado por um bando de abutres. Imediatamente, Morales tirou uma foto e compartilhou a descoberta em sua conta no Facebook. Foi o suficiente para o misterioso animal ficar conhecido como O Chupacabra de Los Castores. Autoridades venezuelanas relataram que há possibilidade de o animal ser uma espécie de gambá em decomposição, mas foram recolhidas amostras do tecido para a relização de testes de DNA.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Última série da Kombi:

A última versão da Kombi conta com detalhes nostálgicos, como pintura de cores diferentes na parte mais alta e na mais baixa do modelo, grade dianteira superior e molduras de setas e faróis pintados na cor do veículo e pneus com faixa branca. A Volkswagen anunciou nesta quarta-feira que produzirá uma série limitada da última edição da Kombi, que sai de linha no final deste ano. Com ar de peça de colecionador, o modelo, batizado de "Last Edition" terá 600 unidades fabricadas e custará R$ 85 mil. A última versão da Kombi conta com detalhes nostálgicos, como pintura de cores diferentes na parte mais alta e na mais baixa do modelo, grade dianteira superior e molduras de setas e faróis pintados na cor do veículo e pneus com faixa branca. No interior, a última versão da Kombi terá bancos em vinil, com faixas em azul e branco, e uma plaqueta no painel identificando o número de série do modelo. História A Kombi foi idealizada pelo holandês Ben Pon na década de 1940, que projetou a combinação do Volkswagen Sedan em um veículo de carga leve. Lançada na Alemanha em 1950, o modelo era equipado com motor 4 cilindros 1.2 l com refrigeração a ar e 25 cavalos de potência. Ao lado do Fusca, a Kombi marcou o início das atividades da Volkswagen no País, há 60 anos. Sua montagem começou no ano de 1953, em um galpão no bairro do Ipiranga, em São Paulo. A partir de 2 de setembro de 1957 o modelo passou a ser efetivamente produzido no Brasil, na fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo. A Kombi foi o primeiro veículo fabricado pela Volkswagen do Brasil, antes mesmo do Fusca – e o primeiro feito pela empresa fora da Alemanha. O nome Kombi é uma abreviação, adotada no Brasil, para o termo em alemão Kombinationsfahrzeug, que em português significa “veículo combinado” ou “combinação do espaço para carga e passeio”. Na Alemanha o modelo recebeu o nome VW Bus T1 (Transporter Número 1). A versão brasileira trouxe em seu lançamento o mesmo motor de quatro cilindros de 1.2 l refrigerado a ar, mas com potência de 30 cavalos. Além das versões com janelas traseiras de vidro ou furgão, a Kombi também foi fabricada como pick-up, com cabine simples ou cabine dupla. Menos de quatro anos após seu lançamento no Brasil foi introduzido no mercado nacional o modelo de seis portas, nas versões luxo e standard, com transmissão sincronizada e índice de nacionalização de 95%. A versão picape surgiu em 1967, já com motor de 1.500 cm³ (potência bruta de 52 cavalos) e sistema elétrico de 12 volts. A trajetória internacional da Kombi brasileira se iniciou com as exportações da Volkswagen do Brasil nos anos 1970 para mais de 100 países. Os principais mercados externos da Kombi foram Argélia, Argentina, Chile, Peru, México, Nigéria, Venezuela e Uruguai. Em 1975, a Kombi passou por uma reestilização e também teve a cilindrada do motor ampliada para 1.600 cm³. A potência bruta era de 58 cavalos. Três anos mais tarde, esse motor 1.6 l ganhou dupla carburação, o que aumentou sua potência bruta para 65 cavalos. A opção com motor 1.6 l a diesel surgiu em 1981. Com quatro cilindros em linha e refrigerado a água, esse motor desenvolvia potência de 60 cavalos e era oferecido para as carrocerias furgão e picape – a opção cabine dupla também foi introduzida naquele mesmo ano. Em 1982 foi introduzida a versão movida a etanol do motor 1.6 l com potência de 56 cavalos. No ano seguinte, a Kombi ganhou painel e volante novos, além da alavanca do freio de mão, que sai do assoalho e passa para debaixo do painel. As versões a diesel e cabine dupla incorporaram novidades e itens de conforto como cintos de segurança de três pontos, bancos dianteiros com encosto de cabeça e temporizador para o limpador do para-brisa, entre outros. Em 1997 chegou a Kombi Carat, que apresentava soluções como teto mais alto (recurso que passou a ser adotado em toda a linha), porta lateral corrediça e a ausência da parede divisória atrás do banco dianteiro. No fim de 2005, a Kombi se tornou flexível, recebendo o motor 4 cilindros 1.4 flex. Um dos pontos fortes em sua comercialização sempre foi a fácil adaptação para os mais diversos tipos de uso: a Kombi foi usada como ambulância, viatura policial, veículo do Corpo de Bombeiros, veículo de lazer, escritório volante, biblioteca circulante, carro funerário, lanchonete e até carro de reportagem de televisão e rádio, entre outras versões. Desde setembro de 1957 até julho de 2013 foram produzidas 1.551.140 unidades do modelo na fábrica de São Bernardo do Campo. Após 56 anos ininterruptos de produção no Brasil, a Kombi tem a história de maior longevidade na indústria automobilística mundial.