terça-feira, 16 de abril de 2013





                              André Citroën




André Gustave Citroën (Paris5 de fevereiro de 1878 — Paris, 3 de julho de 1935) foi um engenheiro e empresário francês de origem judaica, pioneiro da indústria automobilística, fundador do império Citroën, em 1919. É também conhecido por sua invenção das engrenagens bi-helicoidais ou "espinha de peixe".



Biografia

André Citroën foi o 5º. e último filho do diamantista neerlandês, de origem judaica, Levie Citroën e de Mazra Kleinmann, polonesa de Varsóvia. Era também parente do filósofo britânico A.J.Ayer. A família mudou-se para Paris, a partir de Amsterdão, em 1873. Na França, foi acrescentado um trema ao nome, que passou a ser Citroën. Levie suicidou-se quando André tinha apenas seis anos de idade.
Tem dez anos quando descobre Jules Verne, do qual se torna um leitor assíduo. Extrai da sua obra os grandes princípios que serão os seus ao longo de toda a sua vida: o espírito de descoberta, o sentido de concorrência, a maravilha científica, a procura permanente da evolução. A edificação da Torre Eiffel para a exposição universal de 1889 é o segundo acontecimento que decidirá a orientação do jovem adolescente. Vai ser engenheiro.
Graduado pela École Polytechnique de Paris, em 1900, no mesmo ano André faz uma viagem familiar àPolônia e ali encontra um parente, fabricante de farinha, que havia criado um processo de corte comengrenagens de madeira, de dentadura dupla, com dentes cortados em "V" . Ao voltar para a França, Citroën transpôs a idéia para o aço e patenteou-a. A dentadura em chevrons (em português, "traves") ou dentadura Citroën é composta por duas dentaduras helicoidais colocadas em oposição de modo a anular o esforço axial. O símbolo da Citroën - conhecido como "double chevron" - se refere a essa inovação de André Citroën.

Engrenagem com dentes em V, que inspirou o emblema e logo da Citroën
Durante a 1ª Guerra Mundial, Citroën foi responsável pela produção em massa de armamento. Após a guerra, em 1919, passou a fabricar automóveis. No início dos anos 1930, a empresa Citroën tornou-se a quarta maior fabricante de automóveis do mundo.
Com inúmeras qualidades, André Citroën não deixava de ser um excêntrico com uma visão megalómana, procurando uma expansão muito rápida, condenando a Sociedade Citroën a uma liquidação judicial, tendo sido resgatada pela Michelin, de forma a evitar a falência total












Pessoal

Em 27 de Maio de 1914, casa-se com Georgina Bingen, filha de um banqueiro genovês. Tiveram quatro filhos.

Citroën com tração dianteira, fabricado de 1934 a1957

Placa de rua, indicativa do Quai André Citroën, em Paris
André Citroën morreu em ParisFrança, em 1935, decâncer do estômago, aos 57 anos, e foi enterrado noCimetière du Montparnasse, em Paris.
quai de Javel, onde se localizava a histórica fábrica da Citroën, será posteriormente renomeado quaiAndré-Citroën e a antiga fábrica será transformada no Parc André Citroën, em sua memória.
Em 1998 Citroën foi nomeado para o Automotive Hall of Fame, em DearbornMichigan.



 Sua matriz é situada em Paris, rue Fructidor. Originalmente um fabricante com projetos relativamente simples, o carro da Citroën chocou o mundo em 1934 com a inovadora Traction Avant (tração dianteira) (1934-1956). Até o final dos anos 80 a companhia teve reputação de projetar carros de uma maneira original. Modelos significativos posteriores incluem a camionete de H (1947-1981, "HY"), 2CV (1948-1990, "The Duck"), DS (1955-1975, "Goddess") e CX (1974-1991).



O início

A história de Citroën começa com o fundador da companhia, o engenheiro André Citroën. Construiu armamentos para a França durante a Primeira Guerra Mundial, mas depois da guerra ele tinha uma fábrica e nenhum produto. Em 1919 começou a produzir automóveis, começando com o modelo convencional Type A.
O símbolo da companhia, ainda usado até hoje, é o "double chevron", referenciando o trabalho anterior da Citroën a engrenagem ou hélice helicoidal, bem como o mais próprio equipamento o Dínamo Militar, utilizado em diversos equipamentos de uso militar. Os dois ‘V’s invertidos, conhecidos na França como “Deux Chevron” ou “Duplo Chevron”, simbolizam a engrenagem bi-helicoidal.
Há uma lenda que diz que o emblema é uma homenagem ao filho de André Citroën. O rapaz lutou com a patente de cabo na Primeira Guerra Mundial e morreu no conflito. Repare no capô de qualquer Citroën verá que o símbolo é a divisa do posto militar de cabo (duas letras V, invertidas), carinhosa lembrança familiar que se perpetuou até nossos dias, porém tal fato seria apenas uma lenda nunca confirmada.


Anos 40/50 Citroën Legerè

1955 2CV

1967 DS Pallas

1974 SM

1982 CX



Citroën DS

Citroën Acadiane

Citroën C5 SX, 2003

2006 Citroën C6 Sedan
André Citroën era um comerciante esperto - ele usou a Torre Eiffel como o maior cartaz de propaganda do mundo, segundo o Livro dos Recordes. Patrocinou também expedições à Ásia eÁfrica, com a intenção de demonstrar o potencial de seus carros equipados com sistemas de traçãoKegresse para regiões hostis. As expedições eram um sucesso de publicidade.
Em 1924, Citroën começou uma parceria com o engenheiro americano Edward G. Budd. Em 1899Budd trabalhou no desenvolvimento de pressed-steel para carros de estrada de ferro, CompanhiaPullman em particular. Budd produziu aço para muitos fabricantes de automóveis, a Dodge foi seu primeiro grande cliente. Em 1928, Citroën introduziu o primeiro veículo totalmente em metal na Europa.

        Concorrência

No início os carros tornaram-se um sucesso. Mas logo os competidores, que ainda usavam madeira na estrutura de seus veículos, passaram a adaptar o novo design. Citroën não teve oportunidade para redesenhar a estrutura de seus veículos e estes passaram a ser vistos como retrógrados. A Citroën vendeu em grandes quantidades apesar do visual retrô, pois o baixo custo e a leveza do carro eram seus pontos mais fortes.
Isto encorajou André Citroën a desenvolver o Traction Avant, um carro tão inovador que não haveria concorrentes à altura em competições. O Traction Avant tinha três características revolucionárias: a estrutura monobloco, suspensão independente nos pneus dianteiros e a tração frontal. Citroën pagou uma comissão a Budd pela criação do protótipo, o qual desenvolveu no Onze Légère e o 7 CV(5kw)Traction Avant em 1934.
Traction Avant viria a estabelecer o padrão a seguir, sendo utilizado trinta anos depois pelo Mini,Volkswagen Golf e hoje por quase todos os fabricantes.
O rápido desenvolvimento do Traction Avant foi dispendioso e contribuiu para a ruína financeira da companhia. Em 1934, as dívidas forçaram a companhia a declarar falência; o que aconteceu quando foi adquirida pelo seu maior credor, a companhia de pneus Michelin. Felizmente para a Michelin, oTraction Avant foi bem aceito pelo mercado e a filosofia básica com que se havia chegado a este design continuou.

    Ocupação alemã

Durante a ocupação alemã da França, os investidores da Citroën continuaram com o seu trabalho e desenvolveram os conceitos que mais tarde chegaram ao mercado pelos modelos 2CV (Dois Cavalos) e DS (carinhosamente apelidado por boca-de-sapo). Estes foram largamente criticados pelos jornalistas contemporâneos como radicais e até mesmo como soluções avant garde para o design automóvel.
Isto iniciou um estranho período de lealdade à marca, normalmente visto apenas num nicho do mercado automotivo, em marcas como a Porsche e a Ferrari - o culto- uma espécie de desejo pelos carros por parte dos Citroënistas que duraria quase duas décadas até finalmente terminar - de 1975 até cerca de 1995.
A Citroën lançou o 2CV (dois cavalos na língua portuguesa) no Salão de Paris em 1948. Este carro tornou-se um bestseller - conseguindo alcançar o objectivo do designer de providenciar aos francesesdo mundo rural um substituto motorizado do cavalo. Este carro manteve-se em produção praticamente sem alterações até 1990.

      Inovações Citroën

       Citroën DS

O ano de 1955 assistiu à introdução do DS, que foi o primeiro modelo a introduzir o agora famoso sistema de Suspensão hidropneumática que foi testado na suspensão traseira dos últimos modelos Traction. O DS foi o primeiro carro produzido em série com Travões de disco.
DS apresentava direção assistida, sistema de travagem melhorado e suspensão hidropneumática. A partir de 1968 incluía também faróis direcionais, accionados por meio de um dispositivo hidráulico (os atuais modelos como o Citroën C4 e C5 vêm equipados com este sistema, atualmente digital, mas ainda um grande trunfo tecnológico da marca). Foi utilizado um sistema de alta pressão para ativar uns pistões localizados na caixa de velocidades utilizados para alternar entre as mudanças e funcionar a embraiagem na chamada "Citromatic", a versão da Citroën para uma caixa de velocidades semi-automática.
Este sistema hidráulico de alta pressão iria formar o básico de muitos Citroëns, incluindo o SMGS,CXBXXMXantia e C5. A Maseratti beneficiou desse sistema em vários modelos: embraiagem hidráulica (Bora), travões (Bora, Merak), e o protótipo Quattroporte II , que não era mais do que umCitroën SM de quatro lugares por debaixo da pele.
A partir do ano de 2009, para celebrar os 90 anos da marca, a Citroën ressurge com a nova linha DS, com os modelos DS3 DS4 e DS5, a mesma ainda pretende fazer um crossover e um sedã da nova linha DS.

         Expansão

Em 1963, a Citroën negociou com a Peugeot para cooperarem na compra de material e equipamento não processado. As negociações terminaram em 1965.
Nesse mesmo ano a Citroën tomou posse da marca francesa Panhard na esperança de utilizar a experiência da Panhard nos modelos de tamanho médio, de modo a completar a sua gama de carros pequenos e baratos (e.g. 2CV/Ami) e os grandes e caros (e.g. DS/ID). A cooperação entre as duas companhias havia começado 12 anos antes, com uma fusão dos seus grupos de vendas em 1953. A Panhard cessou a produção em 1967.
Em 1968 assistiu-se a uma reestruturação da Citroën com a entrada de um novo investidor, a Citroën SA. A companhia de pneus Michelin, detentora da maior parte das acções, vendeu 49% à FIAT, naquele que foi chamado de Acordo de PARDEVI agreement (Participation et Développement Industriels). Nesse mesmo ano a Citroën comprou a Maserati, a marca italiana de carros desportivos e lançou o desportivo/GT SM, que possuía um motor Maseratti V6. O SM foi projectado para substituir oDS, um nível de investimento que não seria suportado noutras circunstâncias. A situação não era no entanto favorável, já que o SM foi banido do mercado americano em 1974, devido à crise energética de 1973.

        Período de dificuldades

Grandes perdas surgiram para a Citroën pelo fracasso do motor rotativo Comotor, mais o erro estratégico durante quinze anos (1955-1970) em que não teve um modelo rentável no setor médio do mercado Europeu, e os custos para a produção massiva dos GSCXSMBirotorMaserati Bora,Maserati Merak, e Maserati Khamsin - cada um uma maravilha tecnológica.
A Citroën estava fraca e incapaz de lutar contra a queda do mercado automobilístico que acompanhou o embargo do petróleo em 1973; em 1973 a FIAT retirou-se do Acordo de PARDEVI e devolveu a fatia de 49% das acções à Michelin. Este era um sinal ameaçador do que ainda estaria para vir, e em menos de um ano a Citroën estava na falência. O Governo Francês receou despedimentos em massa e arranjou negociações entre a Michelin e a Peugeot, onde ficou decidido que haveria uma fusão entre a Automobiles Citroën e a Automobiles Peugeot numa única companhia. Em 1974 a Peugeot comprou 38,2% da Citroën e tornou-se responsável pela gestão das actividades conjuntas, em particular da pesquisa, compras e departamentos de investigação.
A Peugeot viria a vender a Maserati a DeTomaso em Maio de 1975, e a marca italiana rapidamente conseguiu tirar vantagem da imagem de marca da Maserati para vender milhares de modelos do novo Bi-Turbo.

        Uma única Citroën

A concentração ficou completa em maio de 1976 quando a Peugeot SA comprou 90% da Citroën SA, e as duas companhias juntaram-se numa única, conhecida como PSA Peugeot Citroën.
Tendo em conta que a Citroën tinha dois novos modelos de sucesso no mercado na altura: o GS e oCX) e a Peugeot era prudente com as suas finanças, o grupo PSA foi um sucesso financeiro desde 1976 a 1979. A PSA comprou então acções da Chrysler Europa, resultando em perdas para o grupo de 1980 a 1985.
O grupo PSA eliminou gradualmente a atitude ambiciosa da Citroën, dando maior ênfase à engenharia e estilo, num esforço para um reposicionamento da marca. Nos anos 80, os modelos Citroën eram cada vez mais baseados nos Peugeot. O BX de 1982 usava o sistema de suspensão hidropneumático e ainda tinha uma aparência "Citroënesca", apesar de utilizar um motor derivado dos Peugeot e de usar uma planta mais tarde vista no Peugeot 405. No fim dos anos 80, muitos dos pontos distintos da marca sofreram um atraso - o AX GT, por exemplo, foi comentado por jornalistas contemporâneos como sendo um carro de muito má condução - algo não normal para a marca.
A Citroën expandiu-se para muitos novos mercados geográficos. No fim dos anos 70, a marca desenvolveu um pequeno carro para a produção na Romênia conhecido como o Oltcit, que foi comercializado na Europa Ocidental com o nome de Citroën Axel. Uma joint-venture entre a Citroën, a Peugeot, e a Toyota está agora a produzir carros como o Citroën C1 na República Checa. Em China o C3 e o Xsara são vendidos lado a lado com o ZX Fukang e o Elysée (modelos locais). A Citroën continua a ser uma marca mundial, excepto na América do Norte, onde os carros foram banidos em 1974.
Neste momento podemos verificar que a Citroën atingiu uma posição estável em termos financeiros, garantindo espaço para o seu design dentro da PSA, recuperando de uma situação de alguma falta de identidade, que começou em 1991-1992 durando até cerca de 1999, onde surgiram alguns modelos como o ZX, Xsara, C5, que apesar de serem carros bonitos, não possuíam alguma da loucura que caracterizava os carros da Citroën. A Citroen tenta colocar-se novamente como uma referência em termos de design e qualidade, tendo como exemplo o Novo Citroën C5.

        Entrando no século XXI

O versátil 2CV foi finalmente terminado em 1990 sem substituto. Marcas como a Chrysler com o PT Cruiser, a Toyota com o Scion xB, e a Honda com oElement reconheceram o conceito do 2CV e e transpuseram-no para a era moderna.
Após lançar alguns modelos estranhos (embora eficientes) durante os anos 90, mais recentemente a PSA conseguiu levar a Citroën a redescobrir a sua tradição em inovação, o que ficou provado pelos novos modelos, como o C2C3C4, e o C6.
A introdução de novos modelos, como a tão esperada substituição do XM, o C6, indica-nos o compromisso contínuo da Citroën em inovar no Século XXI.
Em 2002, a Citroën lançou o C3 e um ano mais tarde o C2, estes dois modelos juntos são a solução encontrada pela marca para a difícil substituição do Saxo. O C3 apresenta-se como um pequeno familiar de 5 portas, enquanto que o C2, de menores dimensões e de apenas 2 portas seduz os apreciadores das versões mais esportivas do Saxo. 2003 é também o ano que indica que a Citroën está definitivamente no bom caminho. Nesse ano, de acordo com os números oficiais do relatório anual do grupo PSA, a Citroën vendeu 1 372 500 automóveis.
O ano de 2004 fica marcado pelo lançamento do Citroën C4. Este é mais um automóvel que reafirma o regresso da marca aos modelos de design mais arrojado, característica da Citroën que se tinha perdido nos anos 90 com o lançamento de modelos mais conservadores como o Saxo e o Zx. A opção de um design mais arrojado por parte da Citroën é uma aposta ganha em duas vertentes:
1º - Atualmente, os seus modelos demarcam-se de toda a concorrência.
2º - O design arrojado de hoje permitirá aos modelos Citroën parecerem bastante atuais dentro de 20 anos.
Em 2008, com o lançamento do Novo C5, a Citroën volta a dar que falar pelos melhores motivos.
Com um afastamento cada vez mais notório da Peugeot, o Novo C5 é um automóvel com um estilo muito próprio que marca definitivamente o renascimento do espírito Citroën. Com um design muito atraente e que no seu interior esconde um elevado número de avanços tecnológicos, o C5 versão de 2008 é um automóvel que faz lembrar os tempos de André Citroën, o seu fundador, que graças ao seu espírito criativo conseguia sempre surpreender tudo e todos com as inovações tecnológicas que cada modelo apresentava.

C5 C3 Crossover e Picasso

















                                     Agora a Citroën lança em 2013 o novo belíssimo DS5 


FONTE: WIKIPÉDIA






quinta-feira, 28 de março de 2013

CHOCOLATES GAROTO HISTÓRIA: Garoto é uma fabricante brasileira de chocolates, conhecido por fabricar produtos, como, por exemplo, o Baton Garoto e o Serenata de Amor, entre outros. A empresa foi comprada pela Nestlé em 2002. A empresa detinha, no momento da compra, 22% do mercado brasileiro de chocolate. A empresa Chocolates Garoto foi fundada em 16 de agosto de 1929 pelo o imigrante Alemão Henrique Meyerfreund com o nome de fábrica de balas H. Meyerfreund & Cia. em um galpão localizado na Prainha, bairro localizado na cidade de Vila Velha, Espírito Santo. As primeiras balas eram vendidas por meninos, em tabuleiros, nos pontos de bonde de Vila Velha, deste modo as balas passaram a ser conhecidas como balas "Garoto". Mas rapidamente as balas passaram a ser distribuídas para casas comerciais, tanto da capital como das cidades do interior do estado. Em 1934, Henrich Meyerfreund recebeu herança de seus pais e comprou máquinas para a produção de chocolates. Dois anos depois, conseguiu financiamento para montar uma fábrica mais moderna no bairro da Glória, local onde até hoje está o parque industrial da Garoto. Com nova infra-estrutura e produtos à base de chocolate, a empresa entrou numa fase de grande desenvolvimento, chegando a vender para além dos limites do Espírito Santo. Em 1938, os negócios foram impulsionados pela entrada na sociedade de Günther Zennig que, além de capitalizar a empresa, permitindo novos investimentos na modernização da estrutura produtiva e comercial, trouxe uma nova visão empresarial à Garoto. O ciclo inicial de prosperidade da H. Meyerfreund só foi interrompido na época da Segunda Guerra Mundial (1939-45). Por sua origem alemã, Henrique foi detido no presídio de Maruípe e a fábrica passou a ser gerida por interventores federais. Terminado o conflito, a empresa novamente seguiu um ritmo de intenso crescimento. Em 1962, a Meyerfreund sofreu a grande perda de Zennig, falecido em um acidente aéreo ao retornar de uma viagem de negócios. No mesmo ano, a Meyerfreund transformou-se em uma sociedade anônima de capital fechado e passou a ser Chocolates Garoto S/A. Ainda na década de 1960, os filhos de Henrique Meyerfreund - Helmut e Ferdinand - passaram a dividir responsabilidades com o pai. Em 1973, com o falecimento de Henrique, Helmut Meyerfreund passou a ocupar a presidência da Garoto. Durante os anos de 1970 e 1980, a Garoto ampliou e modernizou suas instalações industriais e seus processos produtivos, adotou novas políticas comerciais e marcou presença em todo o mercado nacional. Essas iniciativas deram sustentação a um crescimento ainda mais acentuado da Garoto, na passagem para os anos de 1990. Investindo continuamente em tecnologia, nesse período foram lançados novos produtos e consolidada a estrutura comercial da Garoto. Em 1989, foi inaugurado um moderno Centro de Distribuição em São Paulo, para atender os estados de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. No mesmo ano, entrou em operação uma nova fábrica de pastilhas - a Fábrica 2. Em 1997, foi concluída a montagem do então mais moderno armazém vertical do país, junto à Fábrica 2 - o Centro de Distribuição do Espírito Santo. No final da década, quando a Garoto completava 70 anos de sua fundação, foi promovida ampla reformulação dos quadros diretivos da empresa, abrindo espaço para a terceira geração de administradores. Paulo Meyerfreund, filho de Ferdinand, tornou-se presidente da diretoria executiva. A garoto possui hoje a maior fábrica de chocolates de todo o hemisfério sul. Em 2008 a Chocolates Garoto bateu o recorde de toneladas faturadas da América Latina, alcançando um total de 102.407. Em 2011 a Garoto entrou no mercado de biscoitos com suas marcas principais, Garoto, Talento, Serenata de Amor e Baton. Uma empresa genuinamente brasileira e com ampla atuação em todo o território nacional. Seus produtos estão presentes no maior número de lojas na categoria. Atualmente é uma das patrocinadoras da Seleção Brasileira de Futebol, como a "Patrocinadora do Futebol mais Garoto do Mundo". Dentre suas atividades de comunicação destaca-se as 10 Milhas, uma das maiores provas de corrida de rua do Brasil. Ocorrendo entre agosto e setembro a prova já está em sua 22ª edição e chega a reunir mais de 7000 corredores e mobiliza toda a cidade. Em 16 de Janeiro de 2013 a empresa fechou patrocínio de 200 milhões de reais com a FIFA e a CBF para ser o chocolate oficial da Copa das Confederações de 2013 e da Copa do Mundo de 2014 no Brasil. www.garoto.com.br FONTE WIKIPEDIA.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Morre Emílio Santiago! Emílio Vitalino Santiago Nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 6 de dezembro de 1946 — Faleceu em 20 de março de 2013. Foi um cantor brasileiro. Biografia Frequentando a faculdade de Faculdade Nacional de Direito na década de 1970, onde formou-se por insistência dos pais, começou a cantar em festivais universitários nesta mesma década e participou de um programa, chegando aos finais num programa de Flávio Cavalcanti, na extinta TV Tupi e trabalhou como crooner da orquestra de Ed Lincoln, além de muitas apresentações em boates e casas de espetáculos noturnas. Em 1973 lançou o primeiro compacto pela Polydor, com as canções Transa de amor e Saravá Nega, que ocasionou maiores participações em rádios e programas televisivos. O primeiro LP foi lançado pela CID em 1975, com canções esquecidas de compositores consagrados como Ivan Lins, João Donato, Jorge Benjor, Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito, Marcos e Paulo Sérgio Valle, dentre outros. Transferiu-se no ano seguinte para a Philips/Polygram, permanecendo neste selo até 1984, pelo qual lançou dez álbuns - todos com pouca repercussão. Foi escolhido como melhor intérprete no Festival dos Festivais, da TV Globo em 1985, com a canção Elis Elis. O sucesso veio na verdade em 1988, quando lançou o LP Aquarela Brasileira pela Som Livre, um projeto especial de sete volumes, dedicado exclusivamente ao repertório de música brasileira; o projeto ultrapassou a marca de quatro milhões de cópias vendidas. Nesta época, lançou também outros projetos especiais, como um tributo ao cantor Dick Farney (Perdido de amor, 1995) ou regravando clássicos do bolero hispânico (Dias de luna, 1996). Assinou com a Sony Music em 2000. O disco que marca a estreia na nova gravadora é Bossa Nova, que trouxe muitos clássicos do gênero e também rendeu um DVD. Prosseguiu com Um sorriso nos lábios (2001), um tributo a Gonzaguinha e outro ao compositor acreano João Donato em 2003. O mais recente álbum foi O melhor das aquarelas ao vivo, onde reviu o repertório de música brasileira que gravou a partir do álbum Aquarela Brasileira (1988), e que entre os méritos conta ser o primeiro disco ao vivo de Emílio e o segundo DVD da carreira, após Bossa nova. Tentava recuperar-se de um AVC que o acometeu no dia 7 de março de 2013, porém o quadro de saúde agravou-se, e dia 20 de março de 2013 o cantor faleceu aos 66 anos no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro. A causa da morte e o horário não foram informados pela assessoria do hospital. Discografia 1975 - Emílio Santiago 1976 - Brasileiríssimas 1977 - Comigo é assim 1977 - Feito pra ouvir 1978 - Emílio 1979 - O canto crescente de Emílio Santiago 1980 - Guerreiro coração 1981 - Amor de lua 1982 - Ensaios de amor 1983 - Mais que um momento 1984 - Tá na hora 1988 - Aquarela Brasileira 1989 - Aquarela Brasileira 2 1990 - Aquarela Brasileira 3 1991 - Aquarela Brasileira 4 1992 - Aquarela Brasileira 5 1993 - Aquarela Brasileira 6 1995 - Aquarela Brasileira 7 1995 - Perdido de amor 1996 - Dias de luna 1997 - Emílio Santiago 1998 - Emílio Santiago 1998 - Preciso dizer que te amo 2000 - Bossa nova 2001 - Um sorriso nos lábios 2003 - Emílio Santiago encontra João Donato 2005 - O melhor das Aquarelas - ao vivo 2007 - De um jeito diferente 2010 - Só Danço Samba Fonte Wikipedia
DOENÇA DO REFLUXO: http://drauziovarella.com.br/wiki-saude/doenca-do-refluxo/

quarta-feira, 6 de março de 2013

Chorão Alexandre Magno Abrão (São Paulo, 9 de abril de 1970 — São Paulo, 6 de março de 2013), mais conhecido pelo seu nome artístico Chorão foi um cantor, compositor, cineasta e empresário brasileiro. Foi o vocalista, principal letrista e cofundador da banda santista Charlie Brown Jr, em que a formou em 1992 junto com Renato Pelado, Marcão, Champignon e Thiago Castanho, foi o único integrante da banda a participar de todas formações, junto com o Charlie Brown lançou dez discos e já venderam mais de cinco milhões de discos. O apelido de Chorão veio quando ele estava vendo os amigos andando de skate, e um deles passou por ele e, para zombar dele, dizia "não chora!", já que Chorão ainda não sabia andar. E nisso o apelido pegou. Teve uma infância e adolescência difíceis, a sua mãe era doméstica, fazia pastel, cozinhava pra fora pra ele ir entregar. Chorão vivia na rua, ia mal na escola, parou de estudar na sétima série, e frequentemente tinha problemas com a polícia. Com 21 anos, foi convidado a integrar uma banda com Champignon chamada What's Up, acabou não dando certo ai montou o Charlie Brown Jr. Em 2007, Chorão roteirizou e dirigiu o filme O Magnata. Em 2009 lançou sua marca de roupas a DO.CE. Foi encontrado morto em seu apartamento, em 06 de março de 2013, em São Paulo/SP, de causas ainda não reveladas. É primo da apresentadora de televisão Sônia Abrão. Biografia Início Quando Chorão tinha onze anos, seus pais separaram-se. Aos catorze anos, sua mãe teve um derrame e quase morreu. Foi nessa época que ele começou a andar de skate, uma das suas paixões. Ele já correu vários anos nos campeonatos de skate e ainda foi vice-campeão paulista. Seu apelido Chorão foi dado pelos seus amigos de skate. Já vendeu cartões de natal, foi auxiliar de câmera, caboman, iluminador. Sua mãe era doméstica, fazia pastel, cozinhava para fora para ele ir entregar. Carreira Charlie Brown Jr Em 1987, com então 17 anos de idade Chorão se mudou para Santos, litoral de São Paulo, após uma infância difícil e traumática. Era mais conhecido pelo apelido de Chorão. Um dia, em um bar local, substituiu por acaso o vocalista de uma banda, quando o mesmo precisou se ausentar devido a necessidades fisiológicas. Uma pessoa da plateia, ao vê-lo cantar, convidou-o para ser vocalista em sua banda. Quando o baixista da referida banda saiu, Chorão veio a conhecer Champignon, o novo baixista, uma criança de apenas 12 anos na época, formaram então a banda What's Up. Tempos depois, Chorão e |Champignon decidiram convidar o baterista Renato Pelado, egresso de bandas da cidade como Ecossistema, Jornal do Brasil, entre outros projetos. Mais tarde, Marcão e Thiago Castanho completaram a primeira formação da banda Charlie Brown Jr. A banda, ainda sem nome, continuou a se apresentar na cidade. "Fundei e batizei a banda com esse nome em 1992. Foi uma coisa inusitada. Trombei (literalmente) com uma barraca de água de coco que tinha o desenho do Charlie Brown, aquele personagem do Charles Schulz, mais conhecido por ser o dono do Snoopy. E o "Jr" é pelo fato de sermos filhos do rock", se explica Chorão pelo fato de a banda se considerar "filha" de uma geração de músicos e bandas como Raimundos, nos anos 90 Chorão considerava Rodolfo Abrantes, o vocalista dessa banda, como o melhor do brasil , Nirvana, Red Hot Chili Peppers, Nação Zumbi, e Planet Hemp. A sonoridade do grupo tinha influências de grupos como Sublime, Bad Brains, 311, misturando hardcore punk, skate e reggae. Por volta de 1993, já com esta formação da banda, eles começaram a tocar no circuito underground de Santos e São Paulo e a fazer shows em vários eventos de skate. Uma fita demo foi entregue ao Rick Bonadio, presidente da Virgin Records no Brasil e produtor dos Mamonas Assassinas, que se interessou pelo grupo e os contratou. De uma demo de três faixas surge o primeiro disco do CBJr, produzido por Tadeu Patolla e Rick Bonadio com o selo da Virgin Records. Nasce então o álbum Transpiração Contínua Prolongada. O álbum foi produzido por Tadeu Patola (ex-Lagoa 66), o álbum é bem recebido pelas rádios com as faixas "O Coro Vai Comê!", "Proibida pra Mim (Grazon)", "Tudo que Ela Gosta de Escutar" e "Gimme o Anel", vendendo 500 mil cópias. Na época, o baixista Champignon era menor. Consequentemente, sempre que a banda se apresentava em casas noturnas, era necessária uma autorização judicial para que o jovem baixista acompanhasse o grupo. Morte do pai Em meados de 2001, Chorão perdeu seu pai: "Passei por várias dificuldades neste ano, desde financeiras... , eu perdi meu pai... , e você tem que tentar lidar com isso numa boa, até você aceitar rola uma mudança, uma metamorfose". — A banda, compreendendo a falta que seu pai fazia, decide parar e dar um tempo, até Chorão, realmente acostumar-se com a idéia de ter perdido alguém muito especial. O que levou ele a pensar em parar na banda, o que você pode encontrar na letra de: "Ouviu-se falar" e "Talvez a metade do caminho". Passaram-se seis meses até Chorão se olhar no espelho e, ver sua barba crescida, sua barriga, por engodar 20Kg, ficar em casa e não fazer nada, sem motivação... Então ele viu que não era bem isso que ele queria. Durante o mesmo tempo os outros integrantes, Champignon, Thiago Castanho, Marcão e Renato Pelado continuaram estudando e praticando sua música. Na verdade a banda estava pronta de novo, iria começar um novo capítulo. Morte Chorão foi encontrado morto por seu motorista, na madrugada de 6 de março de 2013, em um apartamento que ocupava esporadicamente no bairro de Pinheiros, em São Paulo. Segundo a polícia, que descartou inicialmente a hipótese de homicídio, o apartamento encontrava-se em grande desordem, com garrafas vazias de bebida, embalagens de remédios e marcas de sangue. Outros negócios Além do sucesso no mundo da música, Chorão também se aventurava em outras áreas: no dia 6 de novembro de 2006, o músico inaugurou o Chorão Skate Park em Santos, um espaço para skatistas e músicos que tem como destaque uma das melhores pistas de skate do Brasil,[14] com uma distribuição de obstáculos que está em sintonia com o que há de mais atual com os parques de skate no mundo. Em 2007, o cantor se aventurou no cinema, com o filme O Magnata [15], dirigido pelo vídeo maker Johnny Araújo. Chorão foi escritor e roteirista, além de participar do filme junto com o Charlie Brown Jr e integrar a trilha sonora do mesmo. Recentemente anunciou um novo filme "O Cobrador" do qual ele mesmo escreveu o roteiro, ele ainda pretende lançar um livro contando a historia da banda desde o incio. Em janeiro de 2009, o músico lançou sua grife de roupas, intitulada DO.CE"dose certa", em festa promovida em São Paulo.[16] Filmografia 2007 - O Magnata (escritor e roteirista) ... - O Cobrador (escritor e roteirista) Discografia: Álbuns de estúdio 1997 - Transpiração Contínua Prolongada 1999 - Preço Curto... Prazo Longo 2000 - Nadando com os Tubarões 2001 - 100% Charlie Brown Jr. (Abalando a sua Fábrica) 2002 - Bocas Ordinárias 2004 - Tâmo Aí na Atividade 2005 - Imunidade Musical 2007 - Ritmo, Ritual e Responsa 2009 - Camisa 10 (Joga Bola até na Chuva) DVDs 2002 - Ao Vivo 2003 - Acústico MTV 2004 - Na Estrada 2005 - Skate Vibration 2008 - Ritmo, Ritual e Responsa Álbuns ao vivo 2003 - Acústico MTV 2012 - Música Popular Caiçara (Ao Vivo) 2012 - Música Popular Caiçara (Ao Vivo) Participações especiais 2012 - Música O Desejo - CD O Disco do Ano de Zeca Baleiro 2012 - Música Popular Caiçara (Ao Vivo) Nome completo Alexandre Magno Abrão Apelido Chorão Nascimento 9 de abril de 1970 Origem São Paulo, SP País Brasil Data de morte 6 de março de 2013 (42 anos) Gênero(s) Skate punk, rap rock, ska, rock alternativo, reggae, rap metal Instrumento(s) Vocal, guitarra Período em atividade 1988 – 2013 Outras ocupações Empresário Gravadora(s) Virgin, EMI, Sony Music Afiliação(ões) Charlie Brown Jr TEXTO: WIKIPÉDIA